06 setembro 2007

Rebirthing



O coração expande
Em cada inspiração
E o Amor enche as minhas células
Lembrando o prazer da Origem.

É como o vento Suão
Que percorre as minhas veias
E traz a memória celular
Do momento em que Vim e
Em que me tornei Pedra,
Água, Sol e Lua.

Em cada inspiração um beijo,
A semente do Acordar suspensa
O regresso ao momento antes de Ser aqui
Em que Eu era Uno

E, enfim, o entendimento.
Grito orgásmico de Ser Um
Comigo, contigo, com Tudo
E, assim, realmente, viver.


Este poema foi inspirado numa sessão de Renascimento

1 comentário:

Iara de Lima disse...

Olá, Filomena Amada,

Fiquei "arrepiada" ao ler o seu poema, pela beleza, simplicidade e profundidade das palavras. Retratam com total veracidade aquilo que muitas pessoas referem sobre as sessões de rebirthing. É sempre muito difícil colocar em palavras o que se vivencia numa sessão dessas. Parabéns pela experiência e sensibilidade ao
traduzir seus sentimentos!
Beijocas de Amor no coração!
Iara de lima.